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O que faz um atleta?

O que faz a diferença no rendimento do seu treino?

Talvez você esteja pensando que as respostas sejam bastante previsíveis: muito treino, dedicação, muitas abdicações em nome do desempenho, qualidade de sono, alimentação... Mas será que é só?

É inegável que muito suor, foco e abdicações são fundamentais para a formação de um atleta, mas não podemos esquecer da importância da genética, da psicologia, de que forma todas essas variáveis se correlacionam, e da resposta a recuperação de lesões.

Com a evolução da ciência e o crescente interesse em ferramentas genéticas, mais de 3 mil trabalhos científicos foram publicados, relacionando pelo menos 1% de todos os nossos genes a desempenho esportivo. Te parece pouco? São aproximadamente 240 genes que podem, de certa forma, ditar nosso desempenho! Mas como isso acontece? Um bom exemplo para ilustrar a importância de biomarcadores genéticos, é o gene ACTN3, que codifica a proteína a actinina 3 em fibras musculares de contração rápida. Isso significa que pessoas que possuem esse gene funcionando, geralmente possuem um melhor desempenho em exercícios que dependam de força e explosão muscular, como os velocistas.

E se meu gene não estiver funcionando? Se for o caso, seu gene sofreu uma mutação (Calma! Nem sempre isso é ruim...), e a proteína que esse gene diferente vai produzir, não é funcional, e isso não é uma desvantagem competitiva, dependendo da modalidade esportiva, uma vez que esses indivíduos apresentam melhor desempenho em atividades de longa duração, que demandam resistência, como os fundistas! Outros genes que podem se relacionar a vantagens para melhor desempenho, são o CKM, que codifica a proteína creatina quinase M, importante na resposta a lesões musculares e inflamação; o ACE, que codifica a enzima conversora de angiotensina, a qual melhora parâmetros de força e explosão; e o gene que codifica o fator neurotrófico derivado do cérebro (BNDF), responsável pela manutenção de nossos neurônios, e tem importante papel na motivação de atletas (aqui ocorre a união da genética com a psicologia, podendo influenciar positivamente os indivíduos).

Além disso, a intensidade dos treinamentos e competições para atletas profissionais e recreacionais aumenta significativamente o risco de lesões, cuja incidência varia de 30% a 75% anualmente. Segundo Goodlin et al. (2015), até 74,8% dos triatletas que participam do Ironman podem apresentar pelo menos uma lesão durante a temporada. Evitar lesões e manter-se saudável é importantíssimo para o sucesso do atleta individualmente ou para a equipe. Vários estudos tem descrito a importância de biomarcadores genéticos associados com maior risco de lesões, como ruptura do ligamento cruzado anterior, tendinopatia de Aquiles, fraturas por estresse, etc, as quais comprometem o desempenho e podem encerrar prematuramente a carreira do atleta (Goodlin et al., 2015). Portanto, baseados em informações genéticas tem sido desenvolvidos programas personalizados de prevenção de lesões, o que pode levar a uma vantagem significativa. Por exemplo, portadores do genótipo AA do polimorfismo rs650108 do gene MMP3; que codifica a metaloproteinase 3, a qual pode degradar o colágeno, que é um dos constituintes dos ossos, tendões e ligamentos; podem apresentar risco 4,9 x maior de tendinopatia de Aquiles, pois o alelo A leva a maior expressão de MMP3, consequentemente maior degradação de colágeno e aumento do risco de Tendinopatia de Aquiles. A utilização de curcumina, berberina e quercetina pode equilibrar a expressão de MMP3 e minimizar o risco de lesões. Simples assim!

Seguindo essa inovadora vertente científica, que trouxe ferramentas essenciais para melhora do desempenho atlético a Multigene desenvolveu 4 perfis de genotipagem em Atleticogenética, abrangendo até 60 variantes genéticas (polimorfismos), que além de mostrar o melhor tipo de exercício, o potencial de recuperação após os exercícios, e como seu DNA pode se ligar a aspectos motivacionais, pode proporcionar ferramentas para treinos personalizados visando melhora do rendimento, alcance da melhor física, prevenção de lesões, etc.

Perfil de Genotipagem em Atividade Física

Neste perfil analisamos 14 genes chaves, os quais fornecem informações básicas sobre:

- Aptidão para exercícios de endurance.

- Aptidão para exercícios de força e velocidade.

- Composição corporal.

- Risco de lesões.

- Perda de peso em resposta a atividade física.

- Diminuição da pressão arterial em resposta a atividade física.

- Motivação para atividade física.

- Resposta ergogênica à suplementação com cafeína.

- Nível de recuperação após o exercício.

Perfil de Genotipagem Atleticogenética Plus

Este perfil é indicado para qualquer praticante de atividade física, atleta profissional ou amador e avalia 25 variantes genéticas (polimorfismos) que fornecem informações sobre:

 - Aptidão para exercícios de endurance.

 - Capacidade Cardiorrespiratória.

 - Aptidão para exercícios de força e velocidade.

 - Risco de lesões.

 - Risco de Lesões de tendões e ligamentos

 - Risco de Tendinopatia de Aquiles

 - Resposta ergogênica à suplementação com cafeína

 - Perda de peso por atividade física

 - Composição corporal e diminuição dos níveis de gordura em reposta a atividade física

 - Aumento dos níveis de HDL em resposta a atividade física

 - Diminuição da pressão arterial em resposta a atividade física,

 - Melhora da sensibilidade à insulina em resposta a atividade física.

Perfil de Genotipagem Atleticogenética Master

Sabe quando você batalha meses para criar algo novo e depois de muita pesquisa, estudo, dias brigando para montar logarítimos para cálculos de escores e finalmente sente aquela sensação de missão cumprida?

Pois é, estamos nos sentindo assim!

Caprichamos para vocês!

Conheça o perfil de genotipagem em Atleticogenética mais completo do mercado!

Este perfil é o ideal para atletas ou praticantes de atividade física, que desejam conhecer o máximo possível suas habilidades e amenizar deficiências, para conquistar e evoluir mais ainda. Neste perfil avaliamos 60 variantes genéticas. Por quê tantos polimorfismos? Porque somos geneticistas e sabemos que nossas vias metabólicas são influenciadas por muitos genes (poligênica), e vários fatores ambientais (multifatorial). Devido a isso, acreditamos que a análise de vários polimorfismos aumenta a precisão e permite estabelecer o melhor treinamento personalizado possível, baseado nas melhores ferramentas genéticas que a ciência proporciona hoje`(2017). O perfil de genotipagem em Atleticogenética Master fornece informações aprofundadas sobre:

 - Aptidão esportiva para exercícios de endurance.

 - Aptidão esportiva para exercícios de Força e velocidade.

 - Capacidade Cardiorrespiratória.

 - Propensão a lesões.

 - Lesões de tendões e ligamentos.

 - Tendinopatia de Aquiles.

 - Potencial de recuperação após exercício.

 - Níveis de lactato.

 - Fadiga Muscular.

 - Tolerância a dor.

 - Resposta ergogênica à suplementação com cafeína.

 - Resistência mental e motivação.

 - Perda de peso por atividade física.

 - Composição corporal e diminuição dos níveis de gordura em reposta a atividade física.

 - Aumento dos níveis de HDL em resposta a atividade física.

 - Diminuição da pressão arterial em resposta a atividade física.

 - Melhora da sensibilidade à insulina em resposta a atividade física.

Perfil de Genotipagem em Atleticogenética para Prevenção de Microfraturas, Lesões de Tendões e Ligamentos

Cansado de constantemente interromper o treinamento devido a lesões?

As ferramentas da genética podem ajudar a diminuir muito a ocorrência de lesões. Por exemplo, em um estudo inicial, Goodlin et al. (2015), avaliaram 14 atletas e genotiparam importantes variantes genéticas, associadas a fratura por estresse, ruptura do ligamento cruzado anterior, tendinopatia de Aquiles, etc e elaboraram um programa preventivo de lesões baseados no genótipo analisado de cada atleta. Após um ano do programa de prevenções os resultados obtidos foram muito promissores:

O número de lesões totais diminui de 71,4% para 33,3%; em mulheres de 80% para 40% e em homens de 66,6% para 22,2%.

Em um trabalho Brasileiro, realizado pelo grupo do Dr. João Bosco Pesquero da UNIFESP com um time de Basquete, o número de lesões de vinte e um foi reduzido para zero em uma temporada (Revista FAPESP). Em virtude disto, a Multigene inovou mais uma vez e criou um perfil de genotipagem para prevenção de lesões devido a atividade física avaliando 56 polimorfismos de genes chaves.

Para saber mais entre em contato pelo celular (14) 99178-3299

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Rod Gusmão Dal Farra, Km 7 - 184 metros

Sala Pós-incubação 06

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Telefone: (14) 99178-3299

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